quarta-feira, 19 de maio de 2021

2020 Um ano completamente atípico

O ano de 2020 foi muito diferente, jamais esperei viver algo assim, duas semanas depois de ter começado a trabalhar na alfandega, o país entra em estado de emergência. 

Um pouco por todo o mundo, restringiram-se as deslocações ao essencial, uma terrível pandemia tinha abalado o mundo, o COVID19, uma espécie de gripe mas com um grau de contágio muito elevado, éramos informados pelos noticiários que os hospitais estavam em rutura, os cemitérios sem conseguir dar resposta...entramos pelo verão dentro e o bicho acalmou um pouco.

Os cientistas de todo o mundo trabalhavam juntos pela descoberta da vacina e no fim do ano de 2020, estas já estavam a ser administradas, mas ainda em outubro de 2020 o bicho começou novamente a fazer aumentar o numero de novos infetados, era a chamada segunda vaga e ainda entre dezembro e o fim de fevereiro a terceira vaga, quando Portugal atingiu o pico da doença acabou por chegar próximo de cada um de nós e perdemos amigos, parentes, vizinhos e conhecidos, faleceu mesmo muita gente,  aqui em casa eu e a minha filha também fomos mordidas mas de ligeirinho com a graça a Deus.

A vacinação ainda decorre e falta ainda um longo caminho, pois surgem novas variantes, temos conhecimento que neste mês de maio, o pior cenário é vivido na Índia e que essa variante pode vir até à Europa com aconteceu com a variante de Manaus e a do Reino Unido que veio até ao sul da Europa...enfim temos de ter fé mas que o mundo abalou não há dúvida, lamenta-se que depressa o homem esqueça e prova infeliz disso mesmo é que Israel e Palestina voltaram ao conflito...

Apesar de toda a incerteza vamos sonhando, agora não tanto com viagens que é uma das coisas que mais gosto de fazer, mas com uma melhor qualidade de vida, uns melhoramentos na casa, no nosso campismo que adquirimos em 2018 na Costa da Caparica, troca de carro, vamos acreditando e vivendo mas com grandes cautelas.


terça-feira, 18 de maio de 2021

Como o tempo passa

 A serio...lembrei-me de entrar no blogger e como é possível!Passaram 7 anos!Nem consigo colocar por palavras o quanto fiquei surpresa, 7 anos!

Muita coisa aconteceu, mesmo! 

Sendo que a mais triste foi entre setembro de 2015 e novembro de 2016 a doença e partida do meu querido pai, como deixei escrito em mensagens anteriores, tanto orgulho eu tinha neste homem, que também critiquei e muito mas que acompanhei e sei que se não fez melhor, mais cedo, foi porque a vida lhe permitiu uma liberdade que o acabou por aprisionar ao compromisso do sustento dos seus filhos, conforme nos seus últimos dias em resposta à minha pergunta - Pai alguma vez foi feliz? respondeu: tive muitos bons momentos com a tua mãe. Fiquei feliz com a resposta, mas conheceu a minha mãe já com 30 anos feitos e com 5 filhos do primeiro casamento...apostaram ambos nesta relação sendo ela solteira e sem filhos, a minha mãe foi uma corajosa, um dia conto esta história, deles nasci eu, uma sortuda.

Uma grande dor vivida, foi também o acompanhamento da recuperação da cirurgia à anca da minha filha, foi a 24 de julho de 2017, correu bem sendo que as limitações continuam, recusa-se a fazer uma caminhada, pois as dores aparecem logo como consequência, mas é uma guerreira. Entrou na faculdade em 2018, em Leiria, no curso de serviço social, gostou imenso da experiência, mas optou por pedir a transferência em 2019 para o ISCTE em Lisboa, continua a correr muito bem, está acabar o 2º ano sem nenhuma cadeira para traz, participa no Núcleo de Estudantes de Serviço Social, tem um grupinho na turma com quem estuda. para além disso tirou a carta de condução em abril de 2018, conduz muito bem, trabalha em part-time numa creche, enfim mulher dos 7 ofícios. Que orgulho ser sua mãe!

Em 2017 o meu marido saiu da empresa onde trabalhava à 18 anos, ou isso ou a sua saúde mental, tudo se resolveu, até porque a empresa acabou por abrir insolvência, não trouxe qualquer indemnização mas pelo menos os ordenados que tinham ficado em atraso e subsídios acabou por receber via segurança social, quando recebeu colocamos de parte para a faculdade da miúda, porque a vida já tinha levado o seu rumo e já estava a trabalhar na empresa onde ainda se encontra, perto de casa sem gastos adicionais, continua a não se sentir integrado na empresa mas está resiliente até porque fora do horários de trabalho tem várias atividades de apoio ao associativismo em várias associações e ainda colabora no meu part-time e dá aulas de ginástica dos 3 aos 6 anos, 3 vezes por semana, pois em 2017 fez curso de treinadores de grau I, que a filha fez também. É o meu companheiro, amigo, amante, maridão!

E eu?! Muito grata por esta caminhada de 50 anos de existência, continuou a tentar desafiar-me, atenta aos meus limites mas sempre a tentar crescer, conclui a minha licenciatura em 2016, candidatei-me a uma de duas vagas num concurso para gestão de projetos no Técnico, fiquei em 3º, o que me fez esperar mais um ano para entrar nos quadros, sendo que abriram concurso novamente e eu estava em bolsa e a 22 de setembro de 2017 tornei-me funcionária pública. Eu que durante 20 anos apenas trabalhei no privado e nunca sequer tinha ponderado uma carreira no publico aconteceu. Após 2 anos de gestão de projetos, tentei sair para outros departamentos do Técnico mas não me foi permitido até que uma amiga me desafiou a concorrer para o ministério das finanças e consegui, em março de 2020 comecei a trabalhar na alfandega do aeroporto de Lisboa, na Delegação Aduaneira do Aeroporto Humberto Delgado.

Um grande desafio, vivido intensamente, são as palavras para o trabalho que tenho desenvolvido neste ano profissional.

A minhas funções a 1 de março de 2020, eram interessantes e estava entusiasmada, mas a 22 de junho o imprevisto atira-me para responsável do serviço administrativo da Delegação...tanto mas tanto trabalho pela frente! Quase um ano depois ainda se ajustam rotinas, procedimentos, organização de espaços, etc.. De facto tem sido uma experiência intensa, 7 horas de trabalho diário nunca chegam...


quinta-feira, 24 de julho de 2014

Diáriamente...que dificuldade!

A ideia inicial era escrever diariamente, algo que me parece nesta fase da vida muito difícil...
O dia tem 24 horas é certo, mas 8 eu reservo para dormir, 10 para trabalhar e deslocações, restam 6 é verdade e 6 horas...Que faço eu com essas 6 horas?
Hoje dia 24 de julho, jantei pois quando cheguei a casa a filha já tinha feito o jantar, como era cedo fomos tomar um café, regressámos e sentei-me à secretária, de volta do computador, a convencer a filha a fazer um curso de inglês on-line, acabamos a falar da sua falta de vontade em aturar professores, de estudar, etc., eram 21h30, continuei ao computador no FB, pus conversa com um amiguinho da família com 15 anos e que está a viver uma intensa paixão, que segundo consta a namorada faz o que quer da sua pessoa e ele nem se dá conta, enfim faz parte do caminho, apenas não gosto de ver esta juventude que me é tão querida sofrer, mas também já por lá passámos e como foi? Não foi diferente, então assim seja, "só por hoje confio".
Com isto são 22 horas, mais uma hora e estou na cama, entretanto ainda vou telefonar ao meu pai, que faço os possíveis para pelo menos dia sim dia não lhe ligar, desde que esteja bem de saúde, caso contrário passo lá por casa que é perto.
Conclusão para este momento do dia ser possível, algo tem de ficar para trás como pôr a roupa em ordem, fazer exercício, fazer uma pequena limpeza...bolas tanto que se pode fazer, mas sobram apenas 6 horas e passam num instante, a vida passa num instante!
Então não podemos escrever todos os dias, nem fazer exercício todos os dias, nem limpezas, nem tratar de roupas, etc., vamos intervalando!...amar, agradecer, confiar podemos fazer sempre a cada momento e não é difícil!
Vou escrever sempre que me apetecer ou sentir necessidade de registar.



segunda-feira, 7 de julho de 2014

Chegámos ao presente

Cheguei ao presente, mas terei de relatar ainda algumas coisas para mim marvilhosas que aconteceram nos 15 anos referidos no relato anterior.
Em 2005 fizemos uma viagem em familia, fomos ao Brasil, estivemos em Porto Seguro e Arraial d' Ajuda, foi uma viagem fantástica.
Em 2006 iniciàmos a ampliação da nossa casa, que ficou muito bonita e fomos à Repúblia Dominicana, estivemos em Punta Cana, eu gostei mais do Brasil assim como o meu marido, mas a filhota adorou, muita piscina, arranjou um amiguinho com quem ficava no espaço destinado às crianças enquanto nós pais jogávamos umas cartas e conversávamos na hora a seguir ao almoço.
Para além destas férias, fizemos e continuamos a fazer férias no Algarve, região de que sou fã.
Como já referi a filhota enquanto ginasta deslocou-se ao estrangeiro inserida na classe de representação do clube, e nós acompanhámos, fomos a França, à Suiça e ela ainda foi à Alemanha em 2013, mas com as dificuldades que o país atravessa, os orçamentos estão mais apertados e não fomos desta vez.
Temos sempre grandes convivios com amigos de casa, amigos do clube, somos pessoas que gostam de fazer parte de grupos, vivendo grandes experiência, gostamos de apoiar e de ser apoiados, de ouvir e dar opiniões.
E a apresentação do blogue é a isso mesmo que se refere à minha necessidade de refletir sobre as minhas opiniões, os meus pensamentos e à aquilo que me levam.
Vou então partir para o diário e deixar o passado.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Nada mais será igual...

Quando temos a oportunidade de ser parte envolvida no maior milagre da natureza...ser mãe...tudo se transforma, nada mais fica igual.
Até á presente data nada se assemelha e não acredito que vá algum dia mudar esta ideia.
Não sabíamos se iria ser menino ou menina, não foi possível ver, mesmo na 5ª feira anterior ao parto, que foi a um sábado, para frustração da médica que fez a ecografia, até foi engraçado...o meu marido pediu para ver se a dra. conseguia ver e ela achou inacreditável nós não sabermos, e colocou o aparelho novamente na minha barriga toda decidida, não conseguiu, não me fazia qualquer diferença também só faltavam 2 dias!
Mas uma coisa é certa, só tínhamos nome para a menina, se fosse rapaz não tínhamos ideia nenhuma porque os nomes que fomos sugerindo entre nós pais, não ecoavam ora em um ora em outro e de facto não valia a pena qualquer discussão, até porque nunca nos entregámos a essa preocupação.
Sabem o que acho? Que a filhota já se comunicava connosco e já nos tinha ajudado a decidir, até porque somos nós que escolhemos os nossos pais para os fazer evoluir segundo dizem e vai-me fazendo sentido, cada vez mais.
Um paragrafo aqui e agora, cai-me lágrimas, porque tenho noção que transformei o meu pai num ser diferente, que atua junto de mim com amor incondicional, continua a ser meu pai a tempo inteiro, prestação diferente junto dos meus irmãos, mas também porque  a vida e a distancia não permite estar tão presente; e quanto à minha grandiosa Mãe, que já não se encontra neste plano, passou por cá para cumprir uma missão e eu acho que foi colocar-me na vida do meu pai, porque ele me merece, assim como eu o mereço e muito! As últimas palavras que tive dela foi "cuida do teu pai" e este cuidar é não esquecer de estar com ele de corpo mas sobretudo de espírito, presente. Ela passou por cá...e foram 63 anos, muitos difíceis, mas que me deixou grandes ensinamentos e grandes ferramentas, a sua educação foi exemplar e não foi pela rigidez, foi mesmo pela flexibilidade, pelo amor....Surge-me no aqui e agora, a ideia de fazer um relato especifico com a histórias da sua vida para ele e para ela, duas vidas difíceis, mas vividas...
Voltando ao minha experiência de mãe, acho que ainda não disse mas fiquei apenas pela filhota, fomos deixando o tempo passar, fomos tendo outras prioridades e passou...
Uma experiência maravilhosa, que conta 15 anos, sim claro, que passamos pelas fase das colicas, das amigdalites, da varicela, das festas da creche, o batizado, a 1ª comunhão, o sucesso escolar, 8 anos de ginástica acrobática, entre competições e representações, deslocações pelo país e estrangeiro, entre os seus 6 e 14 anos, teve de abandonar no incio da época de 2013/2014, tentou mas as dores na coxa, provocado pela displasia da anca, diagnosticada em Maio de 2013, não era compatível com o ritmo de treino, podendo vir a interferir com a que podia sua vida normal no futuro, quando fez os exames médicos no inicio da época, o médico disse-lhe "há mais vida para além da ginástica", palavras que junto com as dores e falta de força que pontualmente também acontecia, fizeram com que refletisse e optou por deixar a competição.
Foi um final de ano de 2013 difícil para a mocinha, mas com todo o apoio e amor, vai-se preparando para ser uma grande mulher.
Começou um namorico com o vizinho do lado da mesma idade, que é paixão que já vem de infância e que como qualquer mãe estou a acompanhar, a observar posso mesmo dizer em modo alerta! Tenho de confiar no destino. Só lhe peço para não se esquecer que a pus no mundo para ser feliz, no que depender de mim tudo farei para que assim seja, mas será ela a protagonista da história que escrever.
Para concluir este relato sou uma Filha, Mulher e Mãe feliz e preenchida que tem um pai de quem de orgulho muito, uma filha e um marido que me tornam a cada dia um pessoa mais completa e feliz.

Do Casamento à Maternidade

Chegou o grande dia!
Grande festa com toda a família, amigos, professores do curso daquela turma, de onde saíram 3 casais ainda unidos e com filhotes, como já referi num relato anterior . A festa foi suportada por nós, os nossos pais não nos puderam apoiar desta vez, pois já tinham dado o seu apoio de outras formas.
Fomos até à Madeira de lua de mel, os colegas ofereceram a viagem como prenda de casamento, oferta de um outro amigo o carro alugado na Madeira, e ficámos em casa da avó de uma amiga, que nos recebeu com todo o carinho, como netos, sem nos conhecer. Foi a minha 1ª viagem de avião. Passámos a semana a conhecer a ilha, linda de facto. Fizemos a nossa lua de mel na Madeira com o apoio de todos os amigos, guardo todo esse carinho de outra forma não tinha sido possível, pois quisemos na nossa festa todas as pessoas que na altura achamos que faziam sentido e assim foi, de nada me arrependo pois correu tudo lindamente e diverti-mo-nos muito.
Sentimos que os nossos pais olhavam para nós com o sentido do dever cumprido.
O que se espera da vida do humano, que reproduza, certo? Pois mas como queria ter namorado mais e o meu namorado já se dava por satisfeito com os 5 anos de namoro, fui adiando a maternidade, até que em 1997 a pressão se começou a sentir vinda da família, dos amigos e claro está da pessoa que mais peso teria nesta decisão o meu marido, e mais uma vez cedi e em boa hora se o tempo andasse para trás teria sido mãe, pelo menos uns 2 anos antes, foi então decidido que iríamos trabalhar o assunto com o novo ano de 1998 e em Abril fiquei grávida, não esperei muito.
A 9 de Janeiro de 1999, nasce a minha princesa, mesmo princesa, uma bebé muito linda pequenina, 2,510 Kg, 46 cm, graças a Deus perfeitinha! Parto - cesariana marcada, pois a bebé que desconhecemos o sexo até nascer, estava sentada, tinha pouco liquido amniótico, não podia entrar em trabalho de parto, mais uma vez agradeço a Deus as pessoas que sempre pôs no meu caminho, quando preciso de apoio.
Correu tudo bem, chegámos a casa 3 dias depois, eu morta de cansaço, parecia uma zombie, no hospital quase não consegui dormir, custava-me imenso subir e descer da cama, preferia andar em pé. Mas minha mãe ao meu lado, logo que cheguei a casa olhou-me nos olhos, disse-me para descansar se a menina precisasse de alguma coisa ela chamava-me, fiquei tranquila e dormi o suficiente para me sentir outra.
Aqui inicia-se um novo capitulo, temos alguém que depende de nós, pela qual somos os únicos responsáveis e não há amor superior a este, relação mãe-filho, fica para o próximo relato.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Jovem Adulta

Onde fiquei mesmo? Ah, sim terminado o curso, o meu namorado foi para tropa e eu trabalhar, e fazer a disciplina de matemática à noite, acompanhada pela carta de condução.
Correu tudo bem, fim desse ano o meu namorado começou também a trabalhar, e eu já com carta de condução e carro que entretanto com ajuda dos meus pais compramos em conjunto, passeámos, saímos com os amigos, fizemos novos amigos.
Decidimos comprar casa, uma casinha de 3 assoalhadas, numa cooperativa de habitação em Camarate, fomos comprando algum recheio e decidimos casar, tenho de ser honesta...o meu namorado pressionou-me, corria o ano de 1992 e já contávamos com 5 anos de namoro, depois de todo o investimento envolvido na vida deste ser humano, optei por aceitar o pedido e marcámos a data seria o último Sábado do mês de Setembro de 1993, não vimos que dia era, ainda não tínhamos à mão o telemóvel, para ver o calendário, dia 25 de Setembro.
Voltando ao recheio do apartamento, tenho de referir que nos preocupamos mais em comprar os sofás para sentar os amigos e o movél da sala para colocar a televisão e as bebidas do que com o frigorífico e a uma semana de casar ainda não tinha frigorífico, maquina de lavar roupa mas nunca me apercebi que tinha definido mal as prioridades, até uma amiga me ter dito, "então primeiro mobilaste a sala e só depois pensaste na cozinha!" (palavras de uma das minhas melhores amigas), coisas de jovens imaturos, hoje sorriu...
Mas nada faltou, os meus colegas de trabalho já tinham combinado como era habito quando alguém casava, fazer circular a informação pelos colegas quem queria participar da prenda de casamento e o valor recolhido deu para o frigorífico e para a máquina de lavar, uma palavra ainda para 2 pessoas muito importantes na minha vida que sem nunca lhe pedir sempre me proporcionaram grandes momentos e neste também me surpreenderam, com a oferta do fogão, do trem de cozinha e do televisor, a minha irmã Paula e o meu cunhado Zé se à quem possa representar a bondade são estes 2 seres.
O apartamento ainda levou algumas alterações que contei com o meu pai e ainda em relação à mobília, a minha sogra fez questão de oferecer a mobília de quarto.
O casamento a 25 de setembro, organizado por nós, pago por nós, um dia de plena realização pessoal de ambos, objetivo principal juntar todos aqueles que tinham nos visto crescer e que sabiamos que seria para eles o casamento da Benvinda e do Cali e não apenas mais um casamento, foi muito divertido.
A lua de mel, especial de outra forma não teríamos feito a minha primeira viagem de avião, passo a descrever, fomos à Madeira, quem nos ofereceu a viagem? um grupo de colegas de curso. O carro para passear pela Madeira? Oferta do chefe de estágio do Carlos. O alojamento? A parte mais gira, qual hotel, qual quê, super bem recebidos em casa da avó da nossa grande amiga Fatinha. Depois disto já vivemos outras luas de mel e já viajamos várias vezes de avião, fica para outras histórias.
Vamos entrar na fase adulta já não volta a dar.